Desde o primeiro dia que te vi, me apercebi que existe algo que me fascina e faz acreditar que sou capaz de tudo.
Tudo foi espontâneo e quando dei por mim já fazia parte da tua vida. Existem momentos que penso que te deveria ter pedido permissão para o fazer mas, por outro lado penso que foi melhor assim, pois nenhuma de nós contava com isso.
Os dias passavam e os momentos por nós vividos começavam a tornar-se rotina, sentia que já não era capaz de estar um único segundo sem ti mas, continuava sempre aquele mistério, o teu olhar não era como o dos outros.
Cada vez que te tentava olhar nos olhos, tentava, também, conseguir perceber o que sentias verdadeiramente por mim e que sem que fossem necessárias palavras, tu desabafasses comigo…um dia consegui fazê-lo e nem fui eu quem reparou.
Sentia de dia para dia, que as palavras entre nós teimavam em ficar guardadas porque, havia sempre outra maneira para falarmos. Demonstrávamos sentimentos que a muitos passavam despercebidos e tudo porque, existem ainda muitos que não sabem ler o olhar.
Começava assim a crescer uma amizade entre nós que em quase tudo foi inesperada. Tudo veio sem sequer termos pedido. Esta amizade transformou-se em cumplicidade.
Depois de haver cumplicidade pensei que nada mais haveria para completar tal amizade mas, enganei-me, aconteceu algo, por descuido, uma palavra foi dita por ti e aí sim, tudo se transformou. O teu olhar deixou de ser para mim um mistério mas, sim um espelho no qual eu me conseguia rever.
Admiro a capacidade que tu tens, capacidade essa que é esconder muitas vezes o que realmente o teu olhar mostra, camuflas o sofrimento e sem saberes o que fazer, sorris. O teu sorriso mostra que por vezes a vontade de chorar é muitas vezes superior à vontade de sorrir mas, digo-te um dia, o teu olhar ainda vai sorrir.
Tu sempre mostraste ser alguém muito especial, alguém único mas, sabes como é que notei isso? Através do teu olhar diferente…
domingo, 29 de março de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
Desculpa-me...
Gostava de não te ter que dizer mas, desculpa-me por ser assim…
Nada disto deveria acontecer porque, tu és uma daquelas pessoas que está lá sempre disposta a ajudar-me, és aquela pessoa que não me deixa cair.
Porquê é que esta palavra tem que existir? Como ela existe, somos quase que “obrigados” a usá-la e muitas das vezes sem querermos. Sinto que já a usei tantas vezes que me vejo obrigada a dizer novamente, desculpa-me…
A minha vida não é propriamente algo do qual me possa orgulhar, tenho tido muitos obstáculos pela frente dos quais não me posso livrar e quando isso acontece parece que não tenho qualquer alternativa…parece que tenho que te magoar e já estou farta de o fazer. Preferia eternamente magoar-me a mim do que te magoar a ti, constantemente. Sei que tu até compreendes o porquê de eu o fazer mas, eu simplesmente não o devia fazer.
Ainda mal me conhecias e deste logo a tua mão, ajudaste-me a limpar as lágrimas que teimam sempre em cair cada vez que me lembro de alguém. Nessa noite senti algo dentro de mim que me dizia para jamais em tempo algum eu te magoasse e sabes, acho que nunca fui capaz de cumprir essa promessa que fiz a mim mesma. E agora te pergunto…terás tu sentido algo parecido?
Não imaginas o quanto me estou a conter neste exacto momento, está a ser mais difícil do que pensava, escrever este texto para ti, é a forma de admitir que errei e isso custa-me porque, nunca pensei que fosse capaz de fazer algo assim. Sempre prometi que não iria magoar nenhum amigo e tenho a certeza que contigo já ultrapassei todos os limites desta promessa.
Poderei andar para aqui, para trás e para a frente, sem saber o que fazer mas, haverá sempre algo que tenho para te perguntar, desculpas-me?...
Nada disto deveria acontecer porque, tu és uma daquelas pessoas que está lá sempre disposta a ajudar-me, és aquela pessoa que não me deixa cair.
Porquê é que esta palavra tem que existir? Como ela existe, somos quase que “obrigados” a usá-la e muitas das vezes sem querermos. Sinto que já a usei tantas vezes que me vejo obrigada a dizer novamente, desculpa-me…
A minha vida não é propriamente algo do qual me possa orgulhar, tenho tido muitos obstáculos pela frente dos quais não me posso livrar e quando isso acontece parece que não tenho qualquer alternativa…parece que tenho que te magoar e já estou farta de o fazer. Preferia eternamente magoar-me a mim do que te magoar a ti, constantemente. Sei que tu até compreendes o porquê de eu o fazer mas, eu simplesmente não o devia fazer.
Ainda mal me conhecias e deste logo a tua mão, ajudaste-me a limpar as lágrimas que teimam sempre em cair cada vez que me lembro de alguém. Nessa noite senti algo dentro de mim que me dizia para jamais em tempo algum eu te magoasse e sabes, acho que nunca fui capaz de cumprir essa promessa que fiz a mim mesma. E agora te pergunto…terás tu sentido algo parecido?
Não imaginas o quanto me estou a conter neste exacto momento, está a ser mais difícil do que pensava, escrever este texto para ti, é a forma de admitir que errei e isso custa-me porque, nunca pensei que fosse capaz de fazer algo assim. Sempre prometi que não iria magoar nenhum amigo e tenho a certeza que contigo já ultrapassei todos os limites desta promessa.
Poderei andar para aqui, para trás e para a frente, sem saber o que fazer mas, haverá sempre algo que tenho para te perguntar, desculpas-me?...
quinta-feira, 12 de março de 2009
Sonho
Ultimamente tenho sonhado contigo mas, não sei quem és. Apareces de forma sorrateira e desapareces sem que eu consiga descobrir a tua identidade.
Gostava mesmo de saber quem és, sabes porquê? Porque quando estou contigo, sinto-me bem, aliás, sinto-me feliz. Tu mostras-me algo que eu não conheço, mostras-me o mundo visto através do teu olhar. Vês um mundo que não é o meu e no qual eu não me vejo....todos lá estão menos eu e aí te pergunto mas, porquê? Tu respondes...porque tu não existes, tudo isto que estás a ver neste momento faz parte do teu sonho... Nada disto é real? Como não? Eu toco na tua face, eu acarinho a tua mão, eu beijo os teus lábios e sinto aqueles arrepios na espinha que tanto caracterizam um momento único e que só nós dois vivemos...como é que me podes dizer que nada disto existe?
Mas quem és tu? O que queres de mim? Porquê é que te escondes nos meus sonhos e não apareces à minha frente? Eu não conheço o teu rosto, apenas o senti com a ponta dos meus dedos, só te consigo desenhar, não te consigo expressar através do olhar porque, eu nunca te vi, nunca deixaste que eu olhasse para ti.
Não sei bem o porquê de isto acontecer...é estranho sonhar contigo...sinto dentro de mim que fazes parte do meu passado mas, ao mesmo tempo és o meu futuro...és algo incerto mas, que eu conheço...
Será que me estou a apaixonar por ti? Por alguém que nunca vi, nem sequer conheci? Não sei mas, se estou, ao menos não sofro porque, não és real, não existes...és simplesmente alguém que imaginei e a minha cabeça criou. Quero contigo ser feliz, apesar de não saber, ainda, o que me podes dar...quero simplesmente que me digas um, gosto de ti, não preciso de uma palavra mais forte para que exprimas o que sentes...quero que sejas simples e único.
Não te peço nada em troca, não quero que me dês algo que não consigas dar, apenas quero que deixes de ser sonho e te tornes real...
Gostava mesmo de saber quem és, sabes porquê? Porque quando estou contigo, sinto-me bem, aliás, sinto-me feliz. Tu mostras-me algo que eu não conheço, mostras-me o mundo visto através do teu olhar. Vês um mundo que não é o meu e no qual eu não me vejo....todos lá estão menos eu e aí te pergunto mas, porquê? Tu respondes...porque tu não existes, tudo isto que estás a ver neste momento faz parte do teu sonho... Nada disto é real? Como não? Eu toco na tua face, eu acarinho a tua mão, eu beijo os teus lábios e sinto aqueles arrepios na espinha que tanto caracterizam um momento único e que só nós dois vivemos...como é que me podes dizer que nada disto existe?
Mas quem és tu? O que queres de mim? Porquê é que te escondes nos meus sonhos e não apareces à minha frente? Eu não conheço o teu rosto, apenas o senti com a ponta dos meus dedos, só te consigo desenhar, não te consigo expressar através do olhar porque, eu nunca te vi, nunca deixaste que eu olhasse para ti.
Não sei bem o porquê de isto acontecer...é estranho sonhar contigo...sinto dentro de mim que fazes parte do meu passado mas, ao mesmo tempo és o meu futuro...és algo incerto mas, que eu conheço...
Será que me estou a apaixonar por ti? Por alguém que nunca vi, nem sequer conheci? Não sei mas, se estou, ao menos não sofro porque, não és real, não existes...és simplesmente alguém que imaginei e a minha cabeça criou. Quero contigo ser feliz, apesar de não saber, ainda, o que me podes dar...quero simplesmente que me digas um, gosto de ti, não preciso de uma palavra mais forte para que exprimas o que sentes...quero que sejas simples e único.
Não te peço nada em troca, não quero que me dês algo que não consigas dar, apenas quero que deixes de ser sonho e te tornes real...
segunda-feira, 9 de março de 2009
Cumplicidade
É impressionante a tamanha cumplicidade que existe entre nós…jamais esperava na minha vida encontrar alguém que sendo tão diferente se assemelha tanto a mim.
Tudo acontece de uma forma tão inocente que por vezes nem nos apercebemos e só notamos quando isso “salta à vista” dos outros que nos rodeiam.
Acho que nunca vi ninguém ter tamanha cumplicidade com outra pessoa. Não digo que seremos únicas mas, que não há ninguém como nós, lá isso tenho a certeza.
Já lemos o olhar uma da outra e conseguimos perceber o “turbilhão” de emoções pelo qual estamos a passar naquele momento mas, na minha opinião falta-nos algo que ainda ia baralhar mais os que nos rodeiam, sabes o que é? Completarmos as frases uma da outra.
Não sei se acreditas nisto mas, cada momento em que me encontro sozinha, tenho saudades tuas. Sei que será demasiado forte chamar a isto “dependência” mas, é o que sinto.
Realmente é difícil encontrar um momento até agora que tenha sido indiferente porque, até mesmo aqueles em que as lágrimas chegaram, palavras menos bonitas foram usadas, são únicos e são sempre recordados.
Para mim esta cumplicidade é…sermos diferentes em tudo aquilo que somos iguais, é reagirmos de maneira tão igual a determinadas divergências que por vezes fico confusa e tenho a sensação que de que me estou a olhar ao espelho…esta cumplicidade é…simplesmente aquilo que todos anseiam alcançar e nunca sabem como fazer para a ter. E agora te pergunto, o que é para ti ser cúmplice de alguém?
Porquê é que não existem palavras diferentes que possamos usar em pessoas como tu? É que as palavras começam já por se tornar corriqueiras e repetitivas e em muitas das ocasiões vejo-me obrigada a usa-las mais vez para expressar aquilo que sinto em relação a ti. A todo o momento deviam ser criadas novas palavras para também termos oportunidade de escolha, para sabermos que palavra se adapta mais ao tipo de pessoa com quem convivemos.
Tenho medo que um dia tudo isto acabe, sou sincera…tenho medo de um dia não ser capaz de dizer a palavra que tu tanto anseias ouvir e que entre nós comece a existir silêncio…um silêncio angustiante, em que não se é capaz de expressar sentimentos, em que apenas os nossos corações dizem o que sentem sem que os lábios se movam…o meu maior receio é mesmo que deixe de existir esta cumplicidade única que tanto nos caracteriza e a tantos faz confusão.
Não posso querer pedir algo eterno mas, posso, sim, pedir algo que me faça sentir diferente do mundo que me rodeia…algo como um simples gesto, um carinho, uma ajuda sem ser precisa, um sorriso extravagante, uma tristeza distante, uma amiga…o que eu quero é alguém que consiga ser cúmplice de mim mesma…quero alguém como tu…
Tudo acontece de uma forma tão inocente que por vezes nem nos apercebemos e só notamos quando isso “salta à vista” dos outros que nos rodeiam.
Acho que nunca vi ninguém ter tamanha cumplicidade com outra pessoa. Não digo que seremos únicas mas, que não há ninguém como nós, lá isso tenho a certeza.
Já lemos o olhar uma da outra e conseguimos perceber o “turbilhão” de emoções pelo qual estamos a passar naquele momento mas, na minha opinião falta-nos algo que ainda ia baralhar mais os que nos rodeiam, sabes o que é? Completarmos as frases uma da outra.
Não sei se acreditas nisto mas, cada momento em que me encontro sozinha, tenho saudades tuas. Sei que será demasiado forte chamar a isto “dependência” mas, é o que sinto.
Realmente é difícil encontrar um momento até agora que tenha sido indiferente porque, até mesmo aqueles em que as lágrimas chegaram, palavras menos bonitas foram usadas, são únicos e são sempre recordados.
Para mim esta cumplicidade é…sermos diferentes em tudo aquilo que somos iguais, é reagirmos de maneira tão igual a determinadas divergências que por vezes fico confusa e tenho a sensação que de que me estou a olhar ao espelho…esta cumplicidade é…simplesmente aquilo que todos anseiam alcançar e nunca sabem como fazer para a ter. E agora te pergunto, o que é para ti ser cúmplice de alguém?
Porquê é que não existem palavras diferentes que possamos usar em pessoas como tu? É que as palavras começam já por se tornar corriqueiras e repetitivas e em muitas das ocasiões vejo-me obrigada a usa-las mais vez para expressar aquilo que sinto em relação a ti. A todo o momento deviam ser criadas novas palavras para também termos oportunidade de escolha, para sabermos que palavra se adapta mais ao tipo de pessoa com quem convivemos.
Tenho medo que um dia tudo isto acabe, sou sincera…tenho medo de um dia não ser capaz de dizer a palavra que tu tanto anseias ouvir e que entre nós comece a existir silêncio…um silêncio angustiante, em que não se é capaz de expressar sentimentos, em que apenas os nossos corações dizem o que sentem sem que os lábios se movam…o meu maior receio é mesmo que deixe de existir esta cumplicidade única que tanto nos caracteriza e a tantos faz confusão.
Não posso querer pedir algo eterno mas, posso, sim, pedir algo que me faça sentir diferente do mundo que me rodeia…algo como um simples gesto, um carinho, uma ajuda sem ser precisa, um sorriso extravagante, uma tristeza distante, uma amiga…o que eu quero é alguém que consiga ser cúmplice de mim mesma…quero alguém como tu…
sábado, 7 de março de 2009
Culpa
Não sei bem o porquê de me sentir,culpada por tudo o que te está a acontecer.Eu bem tento disfarçar,sorrindo a cada momento para que ninguém note que afinal não estou assim tão bem como aparento,estou um ser frágil que não sabe o que há de fazer.
Sempre que apoiei e por isso agora não consigo compreender estas tuas atitudes...nunca estiveste tão calada e isso deixa-me magoada,não consigo mas,sim comigo,porque secalhar não estou a ser realmente tua amiga.Não te estou a dar o espaço que precisas,pois quero que fales comigo mas,tu não o queres fazer e pressiono-te e tu afastas-te ainda mais...parece que neste preciso momento odeias todos à tua volta,não deixas que ninguém te diga nada.
Há uma parte em mim que fiz que tu só estás assim porque "queres" e há outra que se sente culpada por não te conseguir ajudar.
Porquê é que em todos nós tem sempre dois?Uma contradição de sentimentos,constantes e que nos deixam sem saber agir.
Eu não devia sentir culpa de nada,realmente,eu fiz tudo e até algo mais para que tu ouvisses o lado positivo mas,acho que não te conseguir fazer mudar de ideias,tu lá no fundo sempre mantiveste essa ideia na tua cabeça,até mesmo agora,essa ideia foi criando formas,foi tomando cores e está tão próxima de se tornar real,que eu própria tenho receio das dimensões que ela possa tomar.Se queres que seja sincera contigo,acho que todos nós já percebemos onde é que essa ideia,um dia prematura,se tornou adulta,sem sequer ter vivido metade daquilo que havia para viver...e tudo aconteceu naquele dia,em que alguém te disse um adeus e tu simplesmente deixaste de "existir"...todos nós já sabemos qual será o desfecho desta jornada,só tu é que parece que ainda não estás pronta para o admitir e sabes porquê é que te digo isto?Porque tu neste momento estás apenas a pensar numa decisão que já tens como sendo certa e não como estando por confirmar...
Sempre que apoiei e por isso agora não consigo compreender estas tuas atitudes...nunca estiveste tão calada e isso deixa-me magoada,não consigo mas,sim comigo,porque secalhar não estou a ser realmente tua amiga.Não te estou a dar o espaço que precisas,pois quero que fales comigo mas,tu não o queres fazer e pressiono-te e tu afastas-te ainda mais...parece que neste preciso momento odeias todos à tua volta,não deixas que ninguém te diga nada.
Há uma parte em mim que fiz que tu só estás assim porque "queres" e há outra que se sente culpada por não te conseguir ajudar.
Porquê é que em todos nós tem sempre dois?Uma contradição de sentimentos,constantes e que nos deixam sem saber agir.
Eu não devia sentir culpa de nada,realmente,eu fiz tudo e até algo mais para que tu ouvisses o lado positivo mas,acho que não te conseguir fazer mudar de ideias,tu lá no fundo sempre mantiveste essa ideia na tua cabeça,até mesmo agora,essa ideia foi criando formas,foi tomando cores e está tão próxima de se tornar real,que eu própria tenho receio das dimensões que ela possa tomar.Se queres que seja sincera contigo,acho que todos nós já percebemos onde é que essa ideia,um dia prematura,se tornou adulta,sem sequer ter vivido metade daquilo que havia para viver...e tudo aconteceu naquele dia,em que alguém te disse um adeus e tu simplesmente deixaste de "existir"...todos nós já sabemos qual será o desfecho desta jornada,só tu é que parece que ainda não estás pronta para o admitir e sabes porquê é que te digo isto?Porque tu neste momento estás apenas a pensar numa decisão que já tens como sendo certa e não como estando por confirmar...
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Eu não te adoro...eu amo-te
Porquê é que a todo o momento somos julgados por quem não nos conhece? E tudo por causa de um simples gesto, de uma simples forma de demonstrar carinho…
Pensava que o mundo estava diferente mas, acho que me enganei, continua na mesma ou até mesmo pior. Já não se pode se pode dizer um, amo-te, a um amigo sem sermos criticados por todos os que estão em nosso redor. Essas pessoas que criticam não sabem que existem vários significados para a palavra, amo-te, só conhecem um e esse simboliza amor e paixão mas, numa amizade quando se diz essa palavra é porque um simples adoro-te não chega para quantificar o quanto gostamos de alguém e por isso se usa algo mais forte.
As pessoas não se apercebem o quanto magoam os outros com essas acusações, feitas, por detrás das costas, que mais tarde se ouvem pela boca de quem nos conhece.
Porquê é que falam de algo que não conhecem, nem nunca experienciaram?
Na minha opinião deviam dizer mais vezes a palavra amo-te a um amigo, para saberem o quanto é bom essa sensação. A sensação de saberem que aquele amigo merece mais do que um simples adoro-te é algo que não se explica, nem se escreve, apenas se sente por quem o faz.
A palavra amo-te, não deve ser usada em vão, por isso se não a sabes usar, não a uses, deixa que os que sabem o que ela verdadeiramente significa a usem, sem serem criticados por tudo e por nada.
Porquê não experimentam também ter amigos verdadeiros em vez de conhecidos? Porquê é que não me deixam ser eu mesma, em vez de tentarem ser como eu? Ninguém consegue ser igual a mim, nem eu mesma, por isso deixem-me ser como sou, uma pessoa que até pode dizer um amo-te, por tudo e por nada, mas que sabe bem o motivo pelo qual o está a dizer…
Pensava que o mundo estava diferente mas, acho que me enganei, continua na mesma ou até mesmo pior. Já não se pode se pode dizer um, amo-te, a um amigo sem sermos criticados por todos os que estão em nosso redor. Essas pessoas que criticam não sabem que existem vários significados para a palavra, amo-te, só conhecem um e esse simboliza amor e paixão mas, numa amizade quando se diz essa palavra é porque um simples adoro-te não chega para quantificar o quanto gostamos de alguém e por isso se usa algo mais forte.
As pessoas não se apercebem o quanto magoam os outros com essas acusações, feitas, por detrás das costas, que mais tarde se ouvem pela boca de quem nos conhece.
Porquê é que falam de algo que não conhecem, nem nunca experienciaram?
Na minha opinião deviam dizer mais vezes a palavra amo-te a um amigo, para saberem o quanto é bom essa sensação. A sensação de saberem que aquele amigo merece mais do que um simples adoro-te é algo que não se explica, nem se escreve, apenas se sente por quem o faz.
A palavra amo-te, não deve ser usada em vão, por isso se não a sabes usar, não a uses, deixa que os que sabem o que ela verdadeiramente significa a usem, sem serem criticados por tudo e por nada.
Porquê não experimentam também ter amigos verdadeiros em vez de conhecidos? Porquê é que não me deixam ser eu mesma, em vez de tentarem ser como eu? Ninguém consegue ser igual a mim, nem eu mesma, por isso deixem-me ser como sou, uma pessoa que até pode dizer um amo-te, por tudo e por nada, mas que sabe bem o motivo pelo qual o está a dizer…
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Perdi-te..
Perdi-te tal como se de um brinquedo te tratasses e nunca mais te encontrei. Vasculhei todos os recantos do meu quarto mas, nada, tu simplesmente desapareceste, até parece que nunca exististe na minha vida.
Não deixaste rasto, parece que não queres que eu te encontre mas, porquê? Eu preciso de ti.
Ainda ontem me parecias tu, nas mãos daquela criança que tanto sorria para mim…não tive coragem de lhe perguntar se me deixava olhar para ti e sabes porquê? Porque eu senti que tu estavas com alguém que te vai proteger para sempre, coisa que eu não fui capaz de fazer quando estavas a meu lado.
Sou uma inútil, nunca te disse o quanto te adorava e agora digo-o a todo o momento porque, tenho saudades tuas. Não te devia ter deixado ir assim, devia ter lutado contra o destino, destino esse que já poderia estar traçado mas, eu deveria ter-me intrometido e por isso, talvez, ainda estivesses aqui.
Agora o que me resta? Faço tantas vezes esta pergunta a mim mesma, pois a minha vida nunca mais tomou um rumo, anda constantemente ao “sabor” do vento.
Estou sozinha…agora nada mais me resta…se não apenas recordar, todos os momentos que contigo passei e que vão estar sempre presentes no meu coração.
Quem diria que eu ia sentir tanto a falta desse teu sorriso?
Não posso dizer muito mais que isto…perdi-te…
Não deixaste rasto, parece que não queres que eu te encontre mas, porquê? Eu preciso de ti.
Ainda ontem me parecias tu, nas mãos daquela criança que tanto sorria para mim…não tive coragem de lhe perguntar se me deixava olhar para ti e sabes porquê? Porque eu senti que tu estavas com alguém que te vai proteger para sempre, coisa que eu não fui capaz de fazer quando estavas a meu lado.
Sou uma inútil, nunca te disse o quanto te adorava e agora digo-o a todo o momento porque, tenho saudades tuas. Não te devia ter deixado ir assim, devia ter lutado contra o destino, destino esse que já poderia estar traçado mas, eu deveria ter-me intrometido e por isso, talvez, ainda estivesses aqui.
Agora o que me resta? Faço tantas vezes esta pergunta a mim mesma, pois a minha vida nunca mais tomou um rumo, anda constantemente ao “sabor” do vento.
Estou sozinha…agora nada mais me resta…se não apenas recordar, todos os momentos que contigo passei e que vão estar sempre presentes no meu coração.
Quem diria que eu ia sentir tanto a falta desse teu sorriso?
Não posso dizer muito mais que isto…perdi-te…
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Distúrbio...
O tempo passa, o tempo muda e eu continuo, aqui, sozinha à espera que chegues.
Já começo a habituar-me à tua ausência mas, por vezes a saudades surge novamente e eu vejo-me a cair sem me aperceber.
Hoje é mais um dia em que aguardo ansiosamente a tua chegada, parece que quando chega esta data a esperança é alimentada e depois desaparece…tudo volta ao normal! Normal que não é normal porque, tu não estás mais aqui porque, o destino achou que aquela era a tua hora.
Posso dizer que aceito a sua decisão e que tudo isto vai passar e eu vou acabar por me esquecer mas, não é bem assim. Passa o tempo…posso-me ir conformando mas, nunca me vou esquecer de ti, és, foste e serás sempre um amigo com quem eu sei que posso contar. Os segredos que guardo, os desabafos que faço, contigo tudo é diferente. Nunca imaginei que um dia tivesse que olhar para cima para falar contigo, isto simplesmente não é justo. Para quê falar em justiça? Não vale a pena porque, se houvesse justiça tu ainda estarias aqui e eu, nós não estaríamos assim. Sabes à quanto tempo não chorava por ti? Acho que nunca deixei de o fazer, simplesmente disfarço por entre os sorrisos que dou porque, tu querias e queres que eu sorria todos os dias.
Enfim…mais um mês, mais um dia em que fico sem reacção e que espero pelo fim do mesmo para adormecer, para tentar esquecer que podias cá estar para simplesmente viver mais um dia, para que eu me pudesse despedir de ti…
Já começo a habituar-me à tua ausência mas, por vezes a saudades surge novamente e eu vejo-me a cair sem me aperceber.
Hoje é mais um dia em que aguardo ansiosamente a tua chegada, parece que quando chega esta data a esperança é alimentada e depois desaparece…tudo volta ao normal! Normal que não é normal porque, tu não estás mais aqui porque, o destino achou que aquela era a tua hora.
Posso dizer que aceito a sua decisão e que tudo isto vai passar e eu vou acabar por me esquecer mas, não é bem assim. Passa o tempo…posso-me ir conformando mas, nunca me vou esquecer de ti, és, foste e serás sempre um amigo com quem eu sei que posso contar. Os segredos que guardo, os desabafos que faço, contigo tudo é diferente. Nunca imaginei que um dia tivesse que olhar para cima para falar contigo, isto simplesmente não é justo. Para quê falar em justiça? Não vale a pena porque, se houvesse justiça tu ainda estarias aqui e eu, nós não estaríamos assim. Sabes à quanto tempo não chorava por ti? Acho que nunca deixei de o fazer, simplesmente disfarço por entre os sorrisos que dou porque, tu querias e queres que eu sorria todos os dias.
Enfim…mais um mês, mais um dia em que fico sem reacção e que espero pelo fim do mesmo para adormecer, para tentar esquecer que podias cá estar para simplesmente viver mais um dia, para que eu me pudesse despedir de ti…
sábado, 8 de novembro de 2008
Palavras Soltas...
Já há muito que queria escrever para ti, mas não conseguia, as palavras teimavam a sair, porque ainda hoje me custa acreditar que te foste embora e eu não tive oportunidade para me despedir…
Foste levada por alguém que nunca devia ter existido e nem sequer devia estar presente no nosso dia a dia. Sinto que me fazes tanta falta, mesmo não estando contigo diariamente, tu eras uma das pessoas que eu mais “idolatrava”, se assim posso dizer…
Agora sim percebo como te sentiste naquele momento, o momento da despedida. Não há pior do que morrermos sozinhos e acredito que tenhas sentido isso…desculpa por não ter lá estado, mas não me deixaram por ser demasiado nova.
No teu nome eu penso todos os dias, a toda a hora eu te quero ver, mas não posso, mas irei tentar, porque eu quero falar contigo, mesmo que não me consigas responder, quero apenas sentir-te a abraçar-me, mesmo que seja só por breves instantes.
Havia tanto para te dizer, mas como é que eu o digo? A minha única maneira de o dizer é escrever este texto.
Tinhas um sorriso lindo, difícil de igualar e que eu tanto queria ter. Queria ser como tu, capaz de sorrir para todos, mostrando que nada me afecta e que com apenas um sorriso eu sou imune…
Não consigo mais escrever para ti sem derramar uma lágrima, tenho que me conter, porque tu jamais me irias querer ver chorar, mas sabes que para mim ainda me custa dizer que…por isso não o digo, quero e prefiro pensar que fizeste uma viagem muito longa e que estás bem.
És, foste e serás sempre aquela pessoa que eu vou amar por muito tempo que passe, eu nunca me vou esquecer de ti, porque sempre que o teu nome se cruza com o meu coração, há uma palavra que se forma e ela persiste durante o resto do dia…palavra essa que se chama saudade, uma palavra que não tem significado definido, mas que deixa uma marca para sempre…
Digo-te até e não um adeus, porque nunca me vou querer despedir realmente de ti…
Foste levada por alguém que nunca devia ter existido e nem sequer devia estar presente no nosso dia a dia. Sinto que me fazes tanta falta, mesmo não estando contigo diariamente, tu eras uma das pessoas que eu mais “idolatrava”, se assim posso dizer…
Agora sim percebo como te sentiste naquele momento, o momento da despedida. Não há pior do que morrermos sozinhos e acredito que tenhas sentido isso…desculpa por não ter lá estado, mas não me deixaram por ser demasiado nova.
No teu nome eu penso todos os dias, a toda a hora eu te quero ver, mas não posso, mas irei tentar, porque eu quero falar contigo, mesmo que não me consigas responder, quero apenas sentir-te a abraçar-me, mesmo que seja só por breves instantes.
Havia tanto para te dizer, mas como é que eu o digo? A minha única maneira de o dizer é escrever este texto.
Tinhas um sorriso lindo, difícil de igualar e que eu tanto queria ter. Queria ser como tu, capaz de sorrir para todos, mostrando que nada me afecta e que com apenas um sorriso eu sou imune…
Não consigo mais escrever para ti sem derramar uma lágrima, tenho que me conter, porque tu jamais me irias querer ver chorar, mas sabes que para mim ainda me custa dizer que…por isso não o digo, quero e prefiro pensar que fizeste uma viagem muito longa e que estás bem.
És, foste e serás sempre aquela pessoa que eu vou amar por muito tempo que passe, eu nunca me vou esquecer de ti, porque sempre que o teu nome se cruza com o meu coração, há uma palavra que se forma e ela persiste durante o resto do dia…palavra essa que se chama saudade, uma palavra que não tem significado definido, mas que deixa uma marca para sempre…
Digo-te até e não um adeus, porque nunca me vou querer despedir realmente de ti…
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Despedida...
Porquê continuas tu na minha cabeça? Porquê é que do longe eu não consigo chegar perto? Porquê é que gosto de ti? Porquê é que não te consigo esquecer? Tanta pergunta e apenas uma resposta...o sentimento que há entre nós, por muito “ diferente “ que seja, não pode ser apagado assim...
Quero dize-lo bem alto, mas tenho medo de expressar sentimentos, pois não sei muito bem o que sinto, se um amor, se uma paixão ou então uma simples atracção.
Entraste na minha vida de uma forma um pouco estranha e acabaste por transforma-la completamente. Nem eu própria a reconheço, acredita, por vezes nem sei quem é a pessoa que me olha no espelho, não sei se sou eu ou se é a imagem que tu fizeste de mim.
Não consigo encontrar explicação para o simples facto de me afastar de ti, tu gostas de mim, eu gosto de ti, mas porquê é que eu tenho tanto medo de arriscar? Tenho medo de dar um passo em falso e escorregar para o sofrimento, porque é sempre aí que eu vou dar. Eu bem que te tento fazer entender isto e até já pedi que me deixasses de falar, mas não sei, o que nos liga deve ser mais forte do que qualquer palavra que eu diga, por isso voltamo-nos a encontrar e mais uma vezes o sentimento falou por si. Deixei-me envolver novamente por todo aquele momento, mas quando te olhei nos olhos percebi, que tu te estavas a despedir de mim.
Quando me dizeste, adeus, caí na realidade, mas de uma forma brusca, porque não estava à espera que depois de tudo isto, também tu fosses desistir.
Ambos seguimos o nosso caminho e nunca mais nos voltamos a ver, mas queres que te conte um segredo…eu ainda penso em ti, todas as noites, acho que me marcaste para sempre. E sabes porquê é que ainda me lembro de ti? Pelas palavras que dizeste quando me largaste a mão…eu não te adoro agora, eu amo-te para sempre!
Quero dize-lo bem alto, mas tenho medo de expressar sentimentos, pois não sei muito bem o que sinto, se um amor, se uma paixão ou então uma simples atracção.
Entraste na minha vida de uma forma um pouco estranha e acabaste por transforma-la completamente. Nem eu própria a reconheço, acredita, por vezes nem sei quem é a pessoa que me olha no espelho, não sei se sou eu ou se é a imagem que tu fizeste de mim.
Não consigo encontrar explicação para o simples facto de me afastar de ti, tu gostas de mim, eu gosto de ti, mas porquê é que eu tenho tanto medo de arriscar? Tenho medo de dar um passo em falso e escorregar para o sofrimento, porque é sempre aí que eu vou dar. Eu bem que te tento fazer entender isto e até já pedi que me deixasses de falar, mas não sei, o que nos liga deve ser mais forte do que qualquer palavra que eu diga, por isso voltamo-nos a encontrar e mais uma vezes o sentimento falou por si. Deixei-me envolver novamente por todo aquele momento, mas quando te olhei nos olhos percebi, que tu te estavas a despedir de mim.
Quando me dizeste, adeus, caí na realidade, mas de uma forma brusca, porque não estava à espera que depois de tudo isto, também tu fosses desistir.
Ambos seguimos o nosso caminho e nunca mais nos voltamos a ver, mas queres que te conte um segredo…eu ainda penso em ti, todas as noites, acho que me marcaste para sempre. E sabes porquê é que ainda me lembro de ti? Pelas palavras que dizeste quando me largaste a mão…eu não te adoro agora, eu amo-te para sempre!
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